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Terça-feira, Janeiro 13, 2009 De repente um ar de vazio. Ou seria um vazio no ar? Por Marcela | |Terça-feira, Novembro 18, 2008 O mais estranho de tudo é perceber que você precisa mudar. E que as coisas que acompanham você são fruto das suas próprias escolhas, inclua a solidão, a angústia, o medo como suas escolhas. A mudança se faz necessária nessas horas, quando você percebe se perder, se afastar. Mas chegar perto do que precisa ser mudado é um exercício de coragem, antes de tudo. E você muda, mas tudo está igual. Talvez seja preciso continuar. E procurar novamente o que precisa ser mudado. Com coragem, você consegue tudo. Por Marcela | |Domingo, Novembro 09, 2008 Se você observar bem de perto as pessoas, vai perceber o quanto somos parecidos. Todos somos. Não importa quem somos, de onde viemos ou o que fazemos, no final, somos todos iguais. E isso nos irrita, porque sabemos que no fundo, por mais que tentamos ser um pouco melhor, diferentes até, somos iguais naquilo que nos faz humamos. E não estamos falando de características biológicas ou psíquicas, muito menos de indicadores sociais ou pesquisas. Somos iguais no mais íntimo dos sentimentos, na essência. É irritante perceber que uma qualidade tão pessoal, que define você entre os amigos, estampada em outra pessoa. Ou até mesmo aquele defeito que você reconhece, que te envergonha e que você tenta evitar, mas que é seu, chegue até você por outro. E te faz sofrer porque outra pessoa também o tem. A vida é sim um grande paradoxo, tão diferentes mas tão iguais. É isso que nos diferencia? A particularidade geral ou genérico particular? Somos humanos e o que nos torna humano é o sentir? Pensar? Diferentes porque fazemos coisas, várias delas, é isso que nos diferencia na massa. Mas um único fato nos torna iguais. Sim, somos iguais porque errados, todos fazem isso. O tempo todo, a vida inteira.
Terça-feira, Outubro 21, 2008 A gente vai tentando traduzir em palavras coisas que não têm tradução. Quantificar o que não pode ser quantificado. Responder o que não tem resposta. O que você sente por mim? O quanto você me ama? Até quando vamos viver assim? E só restam perguntas, dúvidas, interrogação. Perguntas que enchem as salas, que enchem os quartos e esvaziam o coração. Por Marcela | |Terça-feira, Outubro 14, 2008 Quanto mais eu fico perto, mais me sinto longe. Por Marcela | |Terça-feira, Agosto 26, 2008 "Se só me faltassem os outros, vá; um homem consola-se mais ou menos das pessoas que perde; mas falto eu mesmo, e está lacuna é tudo."
Domingo, Julho 13, 2008
Quarta-feira, Julho 09, 2008 É normal passar a vida descontente? Nunca achar que você pode o suficiente, ou pensar que na maioria das vezes, deu sorte, aconteceu. Em alguns momentos você se sente dono da sua verdade, juiz da sua situação, protagonista da sua história. Basta uma palavra, uma pequena atitude, um gesto, que imediatamente você se torna coadjuvante, réu, escravo. A vida é buscar o equilíbrio, ou seria o desequilíbrio a chave da vida? Da vida de fato, a vida que te consome? Talvez eu esteja no caminho certo. Que venha dúvida. Porque a certeza é garantia de que algo está errado, completamente equivocado. Por Marcela | |Terça-feira, Maio 27, 2008 Sobra tanto espaço
Terça-feira, Abril 29, 2008
Quarta-feira, Março 12, 2008 Tudo dorme. E o que é passível de sentido, é na verdade, distorcido. Disforme. Por Marcela | |Terça-feira, Fevereiro 19, 2008 Nossa vida é uma história colocada em pontos, dúvida, exclamação. Um sujeito simples, que é parte do contexto, esperando um adjunto, complemento, seu predicado. E sem intenção de ser prejudicado, se coloca entre vírgulas, a vida em pausas. Adjuntos ou separados, eu aposto que espera é ser complemento de uma oração. Elevação. E aquele sujeito simples, vocativo da solidão, torna-se de fato sujeito composto, disposto. Contradição.
Sexta-feira, Fevereiro 08, 2008 Não escrevo o real. Nem tudo que se faz em palavras foi vivido. Tornar o real imaginável. Às vezes fica difícil separar o que me pertence e o que foi criado. Mas não quero uma verdade inventada. Não quero uma vida de palavras vazias que preenchem o espaço que eu mesma deixei. Quero a vida, justa ou não. Quero o caos, a turbulência, a dor. Quero o medo, quero a paz, o amor. Não quero transformar em vida o que foi palavra. Mas escrever em memórias as histórias que ensaiei.
Domingo, Janeiro 27, 2008 De todas as coisas que tenho visto ultimamente, por tudo que tem acontecido na minha vida nos últimos anos, pelas escolhas que tenho feito, pelos medos e, principalmente, pelas consequências que tenho assumido, nada faz mais tem sentido do que a frase que ouvi certo dia: a vida não tem Ctrl Z.
Terça-feira, Janeiro 15, 2008
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